terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Parque de Emoções

Ali estava a porta para o parque... dizerem que podia entrar, que faria bem, ás consciências, aos medos e receios. não era de acreditar, mas a porta abriu-se. no parque das emoções não havia nada, Não tinha a montanha Russa, que nos dá o friozinho na barriga, mas sente-se à mesma a essa sensação. Não tem carroceis, onde se escolhe o lugar para sentar e divertir, Mas o certo é que procura-se um lugar e há sempre algum que tem a diversão adequada. não se vê pipocas a saltar, nem algodão doce, Mas sente-se o cheiro e o paladar, depois de se abrirem as bocas. A Roda gigante , não está lá, mas as cabeças giram sempre em torno das emoções. No parque das emoções tinha um fantasma, ou algo velho e fedorento, Por isso o medo de lá entrar. Chamavam-lhe o Inglês, que afastou as diversões. mas na verdade , não foram precisas, Porque sem as diversões, ele não manipulava, e as pessoas não foram embora, juntaram-se, intimidaram o Inglês, velho e fedorento, e abriram as portas, aos que tinham medo. mostraram-lhes que afinal a partilha entre as pessoas Não precisa de muito para se revitalizar. Somente um parque de emoções. Olívia Marinho