terça-feira, 5 de março de 2013

O que é meu por direito

Quero tudo o que tenho direito
Quero tudo  que me tiraram
Não quero deitar lagrimas
Por ter o coração desfeito
 Não quero suplicar amor
Pois á muito que mo arrancaram
Vivo por viver ou para não morrer
 Morrer de tédio, ao pensar
Que já não tenho direito
A tudo aquilo que já tive um dia
Só tenho em mim uma força
Move-me inconscientemente
E leva-me aonde sou precisa
Só assim ainda penso:
Tenho um direito e esse ninguém mo tira
É somente o direito de ajudar
Ajudar o outro e nele ver um sorriso de alegria.

Olívia Marinho